A placa solar é feita de materiais valiosos e recicláveis: cerca de 75% é vidro, 10% é alumínio da moldura, e o resto inclui silício, cobre e pequenas quantidades de prata. No fim da vida útil — depois de 25 a 30 anos —, a maior parte pode ser recuperada.
O que diz a lei brasileira
A Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010) prevê a logística reversa: fabricantes e importadores são responsáveis por dar destino correto aos equipamentos. O setor ainda está estruturando a cadeia de reciclagem no Brasil, mas já existem empresas especializadas e pontos de coleta dos próprios fabricantes.
- Vidro e alumínio: reciclagem consolidada.
- Silício e metais: recuperados em processos especializados.
- Descarte em lixo comum não é o destino correto.
- Fabricantes e importadores têm obrigação de logística reversa.
Por que isso importa para você
Se você pensa em instalar placas, é um ponto a mais para perguntar ao fornecedor: quem recolhe o equipamento no fim da vida? E se prefere não assumir esse ciclo, a energia por assinatura transfere toda a responsabilidade do equipamento para a usina parceira — você só recebe a energia com desconto.
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