A conta de luz costuma ser um dos maiores custos fixos de uma gráfica. A boa notícia é que dá para reduzir esse valor de dois jeitos que se somam: usando melhor os equipamentos e pagando mais barato pela energia que você já consome.
O que mais pesa na conta
Impressoras industriais, cortadeiras, climatização do parque gráfico e computadores: a gráfica tem consumo concentrado nos equipamentos de produção, que não podem parar no meio de um trabalho.
- Impressoras e plotters de grande porte.
- Guilhotinas e cortadeiras elétricas.
- Climatização para proteger papel e equipamentos.
- Servidores e computadores de pré-impressão.
Dicas rápidas: programe os trabalhos grandes para horários de tarifa mais baixa quando possível e desligue equipamentos em espera no fim do expediente.
Quanto dá para economizar
Em uma conta de R$ 2000, a parte de energia costuma ficar perto de R$ 1400 (cerca de 70% do total; o resto é iluminação pública, cobrança mínima e outros itens). Com desconto de 10% a 25% sobre a energia, a economia ilustrativa ficaria entre R$ 140 e R$ 350 por mês. É uma simulação matemática, não uma garantia: o resultado real depende da oferta disponível na sua região e do seu consumo.
Na energia por assinatura, uma usina parceira gera a energia e os créditos aparecem na sua fatura com desconto. A distribuidora continua cuidando da rede, do medidor e do atendimento. Não tem obra, não tem placa no telhado e não muda nada na instalação do imóvel — funciona também para ponto alugado.
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